sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Perdoa...

Perdoa-me as vezes que choro,
perdoa-me também quando coro.
Não ligues à frieza da lua,
perdoa-me por não ser tua.

Não ouças o múrmurio do rio,
nem queiras calar um rouxinol,
corre na noite um vento frio,
a lua encolhe-se, chora pelo sol...

Perdoa aquela folha que caiu
da árvore que tanto a precisava.
Perdoa o amor que desiludiu
quando soube que te amava.

Perdoa este meu receio
que não me querias perdoar
e a estrada quase no passeio
que não queria incomodar..

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